
M.
Daqui




Quando a vontade de escrever, o jeito e a imaginação escasseiam, é sempre bom encontrar um post destes para o copiar. Retirado do Don Vivo do Luís Serpa, uma referência cada vez mais brilhante.
Quando a encontrei era um destroço, devastada por passados que a perseguiam como "facas lançadas por um artista de circo a uma roda que não sabe para que lado girar". Levei-a para casa, dei-lhe de comer e disse-lhe para ir dormir. "Há muito tempo que para mim o sono", explicou-me, "não passa de uma sucessão de pesadelos". "Não são os passados. São os futuros. E não há nada a fazer: tens que passar por lá", respondi. Um dia disse-me "o futuro é um passado que se enganou, graças a ti".
M.

PortosLindo!
Alguns portos não são seguros, por qualquer razão: estão abertos a um determinado vento, ou têm problemas de marés, seja o que fôr. Nesses portos, não podemos deixar uma embarcação sozinha: temos que ficar a bordo, olhar por ela, protegê-la, guardá-la. Esses portos são os mais interessantes, os mais belos, os mais estimulantes.
Analogias, anyone?


Infelizmente parece que agora só existe em formato King Size... Uma patetice, na minha opinião.
Com tanto direito de autor que por aí anda, vamos lá a ver se não me fecham o tasco...
M.
M.
Não tem um significado específico. Pelo menos para mim.
A primeira vez que prestei atenção e dediquei algum tempo à expressão foi nos Açores. Além Mar é uma marca de tabaco semelhante aos SG's, vendida nos Açores e Madeira, que eu gosto muito e me trás boas recordações. Ao fumar um cigarro destes numa esplanada algures em São Miguel, numa das melhores férias da minha vida, dei por mim a olhar para o maço de tabaco e a divagar sobre aquilo.